quinta-feira, 14 de maio de 2009

Imagem e Estilo: Criando seu personagem

Olá à todos!!

Chegando novas dicas para enriquecer seu marketing pessoal!!!

Além de saber o quê, saber como


No campo da pesquisa e da aquisição de capacitações, vamos distinguir duas vertentes. Uma delas é o caminho em que se vai buscar o conhecimento necessário a seu aperfeiçoamento, ao crescimento de suas qualificações. Sabendo buscar conteúdos, sabendo buscar o quê. A outra vertente trata do caminho que nos vai tornar especialistas em como fazer as coisas, dominando procedimentos e formas de ação. Marketing pessoal é marketing de metas (fazer o quê) e de imagem (fazer como), considerando-se premissa básica que imagem é a projeção de sua individualidade, de sua identidade, plenamente diferenciada da dos demais, cuja descoberta e realização duram a extensão de uma existência. Como imagem é marca também, é interessante a prática de criar metáforas para nós. Nossa metáfora nos permitirá saber e dizer, em poucas palavras, quem somos e o que temos a oferecer. Além de ser nossa expressão, metáforas são inspiradoras e nos darão respostas em momentos de escolha e decisões.

O que é a metáfora de uma empresa ou organização? É o seu logotipo. Um logotipo, ou metáfora, não é um luxo marqueteiro. É algo de que não se pode abrir mão. É um conceito não- verbal, expressão ilógica de sua verdade que sinaliza e inspira. Como todo logotipo, talvez não sirva por mais de 20 anos. Mas afinal quem, em 20 anos, já não começa a ter que reinventar o mundo? Na vida das organizações vitoriosas que coexistem conosco, muita pesquisa e conhecimento preponderaram, e ainda preponderam, sobre a ação. Planos estratégicos e planejamentos de marketing foram decisivos para seu êxito. Dentro destes ambientes muito dificilmente se ouvirá, como determinante, a palavra “sorte”. No mundo do marketing, sorte é um elemento catalisador, que decorre do magnetismo criado por um querer muito forte. De uma vontade firme, capaz de motivar e de fazer sacrifícios para levar adiante seus planos.
Essa reflexão está ligada à origem semântica da palavra “sacrifício”: sacro ofício. É fazer um sacrifício sagrado. É ser capaz de se sacrificar por um objetivo, para o cumprimento de uma meta, é um tipo de atuação e ação que cria poder pessoal, cria energia e cria sorte. Torna as pessoas aptas a identificar oportunidades e a tirar proveito delas. É importante que na projeção de nossa imagem conste, com destaque, nosso diferencial. É ele que vai definir estilo, a forma como trajamos, andamos, nos movimentamos, o carro que temos ou o fato de que não temos carro, à moda a que aderimos ou não aderimos. Moda e estilo são fenômenos importantes, mas não são obrigatórios. Melhor do que segui-los ou adotá-los cegamente sem critério e reflexão é construir sua própria moda, seu próprio estilo, sempre condicionado pela percepção do outro, pela percepção do nosso público. E sempre considerando os códigos de moda e de estilo próprios do setor em que vamos atuar.


quinta-feira, 7 de maio de 2009

Estilo e Imagem: Criando seu personagem

Olá à todos!!!

Lucia De Biase Bidart, chega com novas curiosidades! Retirado do livro Marketing Pessoal – Manual Prático. Acompanhem!!

Cheque a percepção de sua imagem

Exercício indispensável à construção da imagem é pesquisar e descobrir como os outros nos percebem. Afinal, de que adianta ter uma idéia de mim que não corresponda à que os outros têm? É melhor que sejamos capazes de nos ver por outros olhos, o que nos permitirá uma percepção mais próxima da que o nosso público tem. É um bom hábito no marketing pessoal fazer com freqüência a verificação de como os outros nos percebem. Terminaremos por adquirir maior consistência, harmonizar polaridades ao descobrir o que está por trás das falhas e incoerências, e crescer segundo um roteiro criativo escrito por nós.



Crie novas situações

Marketing pessoal, como o marketing em geral, é um exercício permanente de criação de novas situações. Nesse exercício são necessários pesquisa, estudo, conhecimento e ação. Esta última, sem os primeiros, pode ser desastrosa. Há uma regra clássica de marketing que afirma que marketing é, quase totalmente, pesquisa e conhecimento, contra apenas 10% de ação. Ação sem pesquisa e conhecimento é brincar de cabra-cega. Já há alguns séculos o filósofo Francis Bacon afirmava que “conhecimento é poder”.


Conhecimento é poder, e querer também é

Este conceito filosófico é básico no mundo do marketing. Quem pensa que o mundo do marketing é um mundo de batedores de claras de ovos, cujo único objetivo é fazer volume com muita espuma, está redondamente enganado e fadado a experimentar êxitos efêmeros. Marketing pessoal não foge ao princípio básico formulado por Francis Bacon e adotado pelas organizações mais duradouras que conhecemos. Algumas, com raízes mergulhadas em dois milênios, como a Igreja Católica, e outras centenárias, como importantes corporações empresariais que são líderes de mercado ainda no terceiro milênio, exerceram todas, sem exceção, essas duas estratégias tão complementares quanto diferentes: conhecer, dominar os conteúdos – os o quê – ao mesmo tempo em que conhecem e dominam também os procedimentos, a forma de fazer as coisas, os como.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Profissionais de Sucesso

Bom dia...

Na nossa coluna de hoje, o atual Secretário de Desenvolvimento Ecônomico da cidade de Americana, vereador por dois mandatos e ex- secretário de esportes, Luciano Corrêa nos conta um pouco sobre seu marketing pessoal.

Vamos as dicas!!!
video

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Vendendo seu peixe...



DICAS ÚTEIS PARA FALAR BEM EM PÚBLICO



By: CATHO

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Estilo e Imagem: Criando seu personagem

Novidades fresquinhas para você na coluna de hoje.
Lucia De Biase Bidart traz novas dicas!!

Não fale sobre seus pontos fracos

Salvo em situações muito especiais, jamais sequer mencione seus pontos fracos. Lembre-se de Umberto Eco: “Quem faz o discurso faz a realidade”.
Se você tiver hábito de falar sobre suas fraquezas, elas irão grudar na sua imagem, terminando por grudar na sua identidade também. É preciso levar em consideração o poder, ainda não suficientemente conhecido, da linguagem verbal. As palavras, sobretudo aquelas muito repetidas, tornam-se realidade. Geram o poder que as crenças detêm. A linguagem monitora o cérebro e constrói realidades. Assim, acostume-se a somente falar sobre os aspectos bons de sua identidade para construir a imagem desejada. E, internamente, trabalhe com afinco e determinação sobre os seus pontos fracos.
Com a mesma agudeza e obstinação que procura e descobre seus pontos fracos, trabalhe em cima deles, como se fosse, efetivamente, um produto a ser melhorado, ao qual sempre se pode acrescentar um aperfeiçoamento, um diferencial, ou mesmo substituir por um outro personagem que desenvolva um outro roteiro. Mas em silêncio. Nas grandes tradições de sabedoria humana dúvidas são bem-vindas, pois criam a possibilidade de serem dirimidas, fortalecendo, ratificando ou retificando verdades anteriores. Grandes mestres costumam dizer que as pessoas só começam a aprender quando começam a duvidar. Mas dúvida e fraqueza são momentos só seus. São protagonistas de seu mundo interior; não são públicas. Não é bom correr o risco de incorporá-las a sua imagem.


Observe as coisas por diferentes ângulos, e em diferentes perspectivas temporais saiba ressignificar e relativizar!
O sexto passo deste roteiro diz respeito à forma de ver as coisas. Vivemos em um sistema educacional que persegue a padronização dos seres humanos, em flagrante desobediência à determinação da Mãe Natureza que deseja nos ver diferenciados, pois assim nos fez. E, por ser padronizador, esse sistema educacional não nos incentiva a amar a diversidade, a buscar a pluralidade e à descoberta das riquezas que as diferenças encerram. Acostumamo-nos a olhar as coisas pelo mesmo ângulo, o nosso próprio ponto de vista, geralmente moldado pelo desejo de nossos educadores, ou seja, meio cultural, família, enfim, o que nos cerca. Não nos damos ao cuidado sequer de perceber que nosso ponto de vista é apenas o nosso. Quando nos movemos para o ponto de vista dos outros, aí sim, começamos a ser capazes de ver as coisas como são: relativas e sistêmicas.